A Zulk: parte 14: Trabalho duro, ou diversão?

A Zulk: parte 14: Trabalho duro, ou diversão?

A Zulk: parte 14: Trabalho duro, ou diversão?

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O trabalho consome em média 1/3 de nossa vida pois, durante um dia, gastamos 8h trabalhando, 8h dormindo e as 8h restante realizando todas as outras atividades da nossa vida, incluindo o descanço, a diversão, os estudos, as brigas, os romances, o esportes e todo o resto.

Indiscutivelmente a maior atividade de nossa vida é o trabalho e feliz daquele que consegue trabalhar, durante 1/3 de sua vida, no que ama, se divertindo com muito prazer e ainda sendo pago por isso. Acredito que menos de 10% da população mundial esteja nesse nível de amar o trabalho ao ponto de chegar um feriado, ou um fim de semana e ele reclamar porque não vai trabalhar. E, com todo orgulho do mundo, eu faço parte desses 10%.

O nome trabalho já está, de certa forma, associado a um fardo, um peso, algo cansativo e obrigatório que todos temos que executar para sobreviver! Confesso que durante muito tempo em minha vida eu vivi com esse mesmo conceito (aliás, eu sempre tive todos os conceitos pré-estabelecidos que todos têm, ou seja, um alienado total como a maioria), até que ouvi falar, pela primeira vez, que isso poderia ser diferente e vi o que os gestores das gerações “x” e “y” estavam fazendo com seus negócios e simplesmente fiquei encantado. Empresas modernas, como google e facebook, são os grandes exemplos dessa nova visão, que pregam que as pessoas têm que ser felizes no trabalho e não apenas trabalhar para ganhar dinheiro e sobreviver. Segundo esse novo paradigma, mais vale ganhar 3 mil reais e ter o melhor trabalho do mundo, num lugar onde você seja importante, se sinta bem, se divirta e produza com toda sua energia e disposição, do que ganhar 10 mil reais num trabalho super estressante, massivo, cansativo, desmotivante, num ambiente de trabalho que é um “ninho de cobra”, onde ninguém ajuda ninguém e há um patrão “carrasco” que só visa lucros e que você dá graças a Deus quando tem uma folga. Nesse segundo exemplo, você pode até ficar mais rico, ter mais dinheiro, mas também vai ter muito mais problemas. E uma coisa já é mais do que comprovada nesse mundo: dinheiro não traz felicidade.

Eu sempre tive muita sorte, na realidade eu sempre fiz a minha sorte!

Para mim a fotografia nunca foi um trabalho, ela começou como uma grande brincadeira e continua até hoje. Eu acho incrível o fato de as pessoas me pagarem para eu brincar e fazer a coisa que mais amo na vida. Quando agente descobre nossa verdadeira vocação, o motivo para o qual estamos aqui, travando o bom combate e fazendo nossa parte na história, realizando nossos sonhos, então podemos dizer que demos o primeiro passo rumo ao longo e eterno caminho da felicidade.  E eu já dei muito mais que um passo, já estou bem iniciado em minha jornada. Quando estamos nesse estágio, seguindo o nosso verdadeiro caminho, tudo parece mais fácil, tudo se encaixa melhor, o trabalho não parece tão doloroso, muito pelo contrário, nada é tão cansativo, as coisas fluem muito mais suaves, embora venham muitas dificuldades, a vida fica parecendo um filme onde, por mais que o mocinho se dê mal durante sua trajetoria, no fundo no fundo temos o conforto de saber que no final ele irá dar a volta por cima, pois o filme tem sempre que ter um final feliz. Quem já se iniciou no seu caminho sente a mesma coisa, um força interna, gerada de uma motivação sem fim, guiada por um intenso e grandioso sonho, que faz com que agente resista sempre e tenha a certeza que tudo vai acabar bem, como se nosso destino tive sido traçado por Deus. Entretanto, com toda certeza eu digo que não foi! Ele foi traçado na cabeça de cada um de nós e o quanto o indivíduo acredita nisso é que vai fazer dar certo.

O homem nunca pode parar de sonhar; o sonho é o alimento da alma, como a comida é o alimento do corpo.
Paulo Coelho

Eu descobri meu sonho e vivo ele tão intensamente que ele saiu de mim e se irradiou por todos os lugares próximos, mudando tudo à minha volta, como uma estrela que ilumina o seu sistema, contagiando o seu redor, e fazendo todos desejarem o mesmo que eu (pois quando eu quero todos querem e pedem bis). Com isso, consegui envolver toda a minha família e vários amigos próximos, que trocaram seus cursos superiores (direito, psicologia, fisioterapia, entre outros) com um ótimo futuro pela frente, para fazerem parte de algo bem maior, da materialização de algo muito grande que, com certeza, entrará para história da nossa cidade, região, país e, quem sabe, do mundo: a Zulk!

 “Todo homem e toda mulher é uma estrela” – Viva a Lei!
O objetivo máximo de cada homem é perguntar a si mesmo o que ele realmente quer fazer. Encontrar dentro do seu eu a sua própria estrela guia, a sua própria lei, aquilo que o faz feliz. O próximo passo, é seguir indubitavelmente até o fim do túnel que o levará à felicidade, ao prazer e à satisfação de todos as suas vontades.
Aleister Crowley

Acredito fortemente que esse seja um dos grandes motivos do nosso sucesso, essa união, toda essa família completamente envolvida numa causa maior, seguindo o mesmo caminho, engajada no mesmo propósito, vivendo o mesmo sonho e dando tudo de si a todo instante! No livro milenar “a arte da guerra” de Sun Tzu, ele fala que o exercito que vai vencer sempre será aquele que tem o caminho mais bem definido, no qual todos estão cientes e lutando com o seu coração pela mesma causa e não apenas sendo ordenados para cumprir determinada tarefa por obrigação e sem convicção. E é com esse conceito que guio a zulk para o infinito. Isso é claramente notável por qualquer um, é isso que a zulk tem de mais!

Até hoje eu sempre investi tudo que ganhei. A zulk metodologicamente dobra de fatuamento a cada ano, cumpre sua meta fielmente a cada mês. Ainda não tivemos lucros. De certa forma, alguns podem pensar que isso é um sacrifício pois a maioria dos empresários e das pessoas comuns querem é ficar ricas logo. Mas, em compensação, já temos uma estrutura enorme e estamos prontos para tudo e não conheço, no Brasil, outro estúdio do ramo tão completo, fazendo tudo que agente faz e com tanta perfeição.

A maioria das pessoas que trabalha por dinheiro (objetivando ficar rico) são escravos e quando ganham gastam para tentar ser feliz. O legal seria primeiro ser feliz, descobrir sua vocação, viver do seu hobby (trabalhar no que ama), dessa forma, o dinheiro não seria tão relevante, você ficaria livre e poderia reinvestir mais facilmente, criando um empreendimento muito maior e ganhando muito mais depois! Nosso objetivo não é o dinehiro e sim o negócio.

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Jean Paulo Jean Paulo, um autodidata, um eterno apaixonado por tecnologia, tem na base de sua formação a psicologia de onde misturou com a fotografia, e diversas outros conhecimentos técnicos, como designer, empreendedorismo, administração, arte, teorias da aprendizagem, marketing digital e de tudo isso criou a Zulk. Hoje, alem de tudo, dedica a maior parte de sua vida a estudar filosofia, e a treinar outras pessoas pra atingir o sucesso.